by Ginnungagap

Afirmar é não negar, mas não negar não é afirmar!! O contrário também é verdadeiro.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011


Everybody needs to fly
by Ginnungagap

I´m loosing the war
The world is stronger
I don´t have hope any more
The ugly is much bigger

I once had a dream
Like that rock 'n roll guy
But people can be mean
And hurt you and pass you by

The best inside people
I dreamt of getting out
But the worst in me in triple
People is instead pulling out

As a pretty singer says
Don´t wait for me to leave
To notice after some days
What from me you could retrieve

Problem: I myself  don´t know
How to dig inside my being
And give the world a glow,
Passion, life or wellbeing

I have yet much to learn
I have yet much to find
I don´t know if I´ll earn
But I´ll sure free my mind


Blessed be, my friends...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Esses humanos...


Por que, diabos, as pessoas preferem ser sacanaeadas a serem contrariadas com educação?
É impressionante. Nunca paro de aprender sobre os seres humanos e nunca vou parar... Tenho um amigo que está passando pela experiência de se separar de um casamento que durou 17 anos (brutos, líquidos foram só uns 13).
Ele me contou que comeu o “pão-que-o-diabo-amassou”, sofreu, chorou, pensou em chutar tudo para o alto, mas não pode evitar a conclusão de que a relação acabara. Sua parceira, no entanto não aceitou, insistiu para que continuassem, não enxergando que era melhor viver só do que mal-acompanhada.
A relação já não fazia bem para os dois, um não dava mais energia para o outro, ao contrário, era só estresse, preocupação e desconsolo.
Qual o problema então? O problema é que em nossa sociedade hipócrita, um homem não sai de seu primeiro casamento após 17 anos sem ter arrumado outra mulher na rua...
Meretriz que deu a luz!!
Talvez, se ele tivesse arrumado outra, ela ficaria zangada por um ou dois meses e depois aceitaria conformada “a derrota”, mas “assim, só porque a relação acabou?”, “que m... é essa?”. Quantas relações falsas e frias não existem por aí? É melhor viver mal-acompanhado do que só!! (Já dizia a vó do Erasmo Carlos!)
Esse meu amigo me contou que, se a relação continuasse, certamente chegaria ao “final esperado por todos”, ou seja, ele certamente arranjaria uma nova paixão e sairia de casa para vivê-la. Ele acha, hoje, que deveria ter feito isso... Não entra na cabeça de ninguém que ele esteja se separando “por consideração à parceira”... Que sacanagem esse negócio de não querer sacaneá-la.
É uma espécie de consenso que, “por consideração” ele deveria continuar com a farsa, com a relação vazia. Afinal, na sociedade em que vivemos, olha-se para forma, não para o conteúdo... Quem está preocupado com conteúdo?
O fato é que ele saiu de casa para viver a experiência de se encontrar e para provocar na ex-parceira que busque se encontrar também... Como podiam estar juntos se não estavam inteiros, se não sabiam quem são?
Agora, o filho mais novo não quer mais contato, a mulher está aborrecida, porque não acredita que o “babaca” fez a coisa certa, acha que ele vai voltar atrás...
Todo mundo (bem, quase todo mundo) fica pressionando, sem entender, esperando que ele volte. Já pensaram? Que maldita quebra de paradigma, o cara sai de casa porque a relação acabou? E isso lá é motivo? Se essa moda pega? Muita gente quer dizer, deixa de ser “rebelde sem causa” e volta para casa já! Surreal...
O que ele houve é “você não vai agüentar”, “o pior ainda está por vir”... Surreal...
Tudo bem que separar é PhD.  Vai ser difícil organizar o orçamento, vai ter que morar mal, vai ficar sem ter o que comer algumas vezes, mas, mulher da vida que trouxe ao mundo um rebento, e daí? What can we do? Life is a bitch.
Eu dou apoio ao meu amigo. Se ele quiser ficar sozinho, que fique, se quiser se isolar, que se isole, se quiser conversar, que venha conversar, se quiser sexo... que vá para uma termas!
Mas fica a lição... Se você tiver que contrariar alguém, não o faça com respeito, sacaneie, pise, seja escroto, porque, com consideração as pessoas não entendem, não aceitam, não conseguem digerir.
Esses humanos não sabem ser contrariados sem poder sentir raiva...
É uma pena...

Blessed be...

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mais um Textículo (título no final).


Aquele dia amanheceu como nunca... o sol brilhava como nunca; as nuvens estavam coloridas como nunca; os pássaros, lindos como nunca, cantavam como nunca. A Terra girava como nunca; os astros se moviam, como nunca; as pessoas falavam como nunca... era um dia como nunca...
Como nunca...
Como nunca, ele despertou, foi ao banheiro, fez sua assepsia, preparou o café, pôs a mesa, arrumou a cozinha, como nunca... Como nunca, ela ficou dormindo, ele a acordou com um beijo suave na testa, deu-lhe um abraço carinhoso como nunca...
Então, tomaram café, como nunca, se olharam como nunca, conversaram como nunca. Ele leu jornal, como nunca, ela viu TV... como nunca...
Eles conversaram mais, se abraçaram, se “cafunezaram”, se beijaram, como nunca.
Eles se tocaram como nunca e, naquela tarde (bela como nunca) ficaram em casa, como nunca...
Como nunca, eles não discutiram... Como nunca, eles se envolveram e se enroscaram e rolaram e suaram e lamberam e cheiraram, como nunca...
Com nunca, eles se despediram...
E se abraçaram e se beijaram, como nunca mais iriam fazer...
Fim

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Poesia, numa hora dessas?

Blessed friends, sei que estou mais para "poeteiro" do que para poeta, mas não resisto a escrever uns versos de vez em quando. A poesia é a hipérbole da existência... Anyway, o título está no final. - Blesse be.


sofro a dor da desilusão...
sofro a dor doída da desilusão...
sofro a doida dor doída da desilusão...
dói-me a doida dor doída da desilusão.

choro as lágrimas da lamentação...
choro as lágrimas lancinantes da lamentação...
choro as lentas lágrimas lancinantes da lamentação...
laceram-me as lentas lágrimas lancinantes da lamentação...

ouço o som da solidão...
ouço o som surdo da solidão...
ouço o seco som surdo da solidão...
soa-me o seco som surdo da solidão...

busco o alento da amizade...
busco o alento aconchegante da amizade...
busco o apoiador alento aconchegante da amizade...
anima-me o apoiador alento aconchegante da amizade...

reflito, pois sofro, pois choro, pois ouço, pois busco...
porque dói-me a busca,
porque soa-me o choro,
porque lacera-me o que sofro,
porque anima-me o que ouço.

E sozinho, amigo, só me resta lamentar a desilusão...

Ecos de uma ilusão.
Ginnungagap.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Paixão só com o novo...

Noutro dia, conversava com uma amiga de trabalho sobre a relação entre amor e paixão. Para mim é simples entender que a paixão é um estágio do amor. Para mim, no fundo, qualquer sentimento entre duas pessoas é amor, o ódio é amor, com o "sinal trocado". (A semântica e as "gradações" do amor, merecem um outro post, noutro dia qualquer).
Anyway, a paixão é um estágio inicial, de ignição, de descoberta, de aventura... As pessoas de forma geral amadurecem e, com elas, também amadurecem suas relações. 

Aí, precisamente aí, reside o "problema". O fogo da paixão e a adrenalina são fortes, a proximidade do medo é atraente (quem não gosta da montanha russa?), o amor não...

O amor é sólido é estável, é sereno, imutável. É terno, mas não é quente. A intensidade do amor pode ser muito maior do que a da paixão, o problema é que somos imediatistas e não queremos "coisas sólidas", queremos "coisas quentes" e o amor é "terno" a paixão é quente"

As relações amadurecem da paixão para o amor, mas os indivíduos da sociedade frívola e superficial em que vivemos não querem segurança, estabilidade e serenidade... Querem adrenalina, prazer intenso, não querem amor... querem paixão.

Por isso, porque não tem maturidade para encarar o amor, as pessoas buscam desesperadamente em suas relações aquele "fogo da paixão", querem ser "eternos namorados"...(É simples, basta serem "eternos adolescentes".).

Eu disse e ainda sustento que poucas coisas hoje em dia me apaixonam... Não tenho paixão por meus filhos ou por minha mulher, tenho por eles amor. Um amor que estará lá para sempre, ainda que a relação acabe, porque um amor que acaba, ou não acabou de verdade ou nunca foi amor.

Raul disse com muita propriedade "porque quando eu jurei meu amor, eu traí a mim mesmo, hoje eu sei que ninguém nesse mundo é feliz tendo amado uma vez".

Entendo o que ele diz. Sei o que é o amor e gostaria de poder senti-lo por todo mundo, mas não posso. Sei o que é paixão e gostaria de senti-la novamente, mas é logisticamente complicado (ah! sociedade hipócrita) e custa caro (risos).

É possível apaixonar-se novamente pela mesma pessoa.. Pessoas podem passar por uma "transformação mágica", podem mudar seu comportmento e fazer com que seus parceiros novamente se apaixonem por elas (isso normalmente acontece após um rompimento, mas é uma assunto muito complicado para um só post)... Podem transformar sua forma de ver os parceiros e elas então (pessoas) ser reapaixonarem por eles (parceiros). Todavia, essas "transformações mágicas" geralmente despertam a paixão apenas de um lado, o que invariavelmente leva a relação ao declínio.


Anyway, não sou triste por não poder amar a todos, não sou triste por não sentir paixão, repito conformado meu "bordão" What can I do? Life is a bitch e vou "tocando em frente pela longa estrada"(Almir Sater), ciente de que se surgir uma nova paixão ela será  efêmera nunca mais forte (talvez mais intensa) do que o meu amor que é perene.


Essa é para mim, a diferença entre amor e paixão, amores são pouquíssimos, paixões podem ser muitíssimas...


Fato é que só há uma pessoa a quem não posso deixar de amar, porque ninguém a amará, se eu não o fizer, precisa dizer quem é?


Blessed be.


PS: sugestões de músicas para "complementar a idéia" (leia somente as letras se desejar).
     - A maçã. _ Raul Seixas
     - Medo da chuva _ Raul Seixas
     - Tocando em frente _ Almir Sater.

sábado, 16 de julho de 2011

Textículos encontrados...

Nesta última semana, "varrendo" uma pilha de CDs sem qualquer inscrição, encontrei meus textículos. (Já deu para notar que eu me amarro no trocadilho, não é?). A todo instante que posso falo nos meus textículos. Anyway, o que, afinal, são esses textículos?
Bom, até Moonrise, eu só escrevia pequenas crônicas e contos.Também tinha o hábito de escrever pequenos aforismos ou versos que, uma vez juntei quatro numa mesma página e chamei-os de "Textículos". Daí, surgui o nome do primeiro livro que registrei "Textículos e Textos". Tenho pensado em relançar os "Textículos", mas há muita coisa que não já não penso do mesmo jeito que pensava entre os 19 e os 21, 22, com alguns"enxertos" bastante recentes.
De toda sorte, encontrá-los me fez muito bem, então, vou compartilhá-los por aqui, na medida em que eu os for lendo... Já postei o "Texto da Loucura", hoje posto o primeiro e original "Textículos" (cabe lembrar que meus títulos sempre ficavam no final do texto (ou do textículo)).

Blessed be.

 Em toda a tua vida, ama!
 Ama muito!  Ama a tudo e a todos!
 Mas, em primeiro lugar:
 Ama a ti próprio!
 Descobre-te e te conhece,
 Respeita-te, porque,
 Quando amares alguém,
 Mais do que te amas a ti próprio,
 Estarás jogando fora
 O maior amor da tua vida.     
     "EU ME AMO."                                      
                                                  Incrível como se consegue
                                                  fazer do fácil, por  mais
                                                  valoroso  que  este  seja,
                                                  algo chato e desestimulante.
                                                                 "PHODA"
 O chato de "jogar" e ter de
 defender-se das defesas  do
 vicio de um circulo.
        "ARMACAO"                           

         

         Amo-te demasiadamente
         Porém tu, com tuas defesas,
         Me obrigas a despertar
         Um lado que mantive adormecido,
         Pensando seres, tu, alguém diferente
         Como eu sou...
         Todavia não te culpo se
         Hoje brincas comigo
         Mas, mesmo assim, te aviso:
         Valoriza o que tens!
         Porque, assim, estarás valorizando a ti própria.                    
                         "PARA TI" 


"TEXTÍCULOS"



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Texto da Loucura...

Friends and brethren and sisters,

O texto a seguir foi um dos marcos da minha vida. Escrevi-o aos 19,  como que psicografando, sem parágrafos, sem saltos de linha tal como vai agora. Foi muito bom para mim relê-lo, tenho certeza de que hão de gostar.
O título, como todos os títulos dos textículos e textos, está no final. Eu sempre escrevia primeiro e punha o título depois...

Blessed be.

Loucura... o que é loucura ? Eu sou louco? Você é louca? Quem é louco? Ser louco é ser diferente? ... Não, nós somos diferentes dos loucos...A loucura é criação da obra inventada pela sociedade, que chama rótulo. Quem é são? Que é louco? Louco, maluco, loucura, maluquice... Por que alguém é louco? Alguém é louco? Se alguém é louco, então... quem é alguém ? ... Ser louco é sair da lógica? Ser louco é não ter lógica? Não! É sair da lógica... Lógica?! Que lógica?! O que é lógica?! ... Lógica, é uma menina muito inteligente que anda por aí, sonhando com um mundo perfeito. Filha da Razão com o Bom Senso e irmã de um menino chamado Rótulo, que é mais novo do que ela, e, praticamente, foi criado pela irmã, sob fortes influências dos pais... Ih! ‘Tá confuso. Razão, Bom Senso, Rótulo... o que é isso tudo? Isso, ou esses, são os parentes de uma menina sapeca chamada Loucura, que fugiu de casa, logo que nasceu, por não gostar de coisas monótonas ... Ahh! Isso é que é loucura!? É! Mas... se a Loucura é filha da Razão com o Bom Senso, portanto, irmã do Rótulo e da Lógica, por que os loucos não tentam convencer os outros a saírem da monotonia? Ora, isso é simples, ninguém acredita neles. Ninguém gosta dos loucos. A irmã, Lógica, por sua vez, tenta compreendê-la. Mas, coitada da Lógica, é muito mais burrinha que a irmã!Ser lógico é ser burro?  Não, de maneira nenhuma, para se ser lógico, tem-se de ser inteligente. Quando se é muito lógico, aí, quase se é louco. Ser louco é estar muito acima da Lógica... Por que é certo dizer isso e é errado dizer o contrário? Dizer o quê? Que loucura é mais do que lógica... Isso não é rótulo?  Pode ser, mas ninguém falou em certo ou errado. Isso e o Rótulo dependem do Padrão! O que é Padrão? O que ele tem a haver com essa história? É o seguinte: Padrão é um cara quadrado com pontas arredondadas de linhas retas, tortas, riscando seu corpo inteiro. Ele brigou com a Feiúra, porque ela disse que se parecia com ele e, aí, casou-se com a Sociedade, criando a Beleza, o Certo e o Errado. Esse último, não fazia nada que o pai queria e foi expulso de casa pela mãe. Onde entram o Rótulo, a Lógica, a Razão, o Bom Senso e a Loucura? Bom, a Razão, já era filha da Sociedade com o Homem e, depois que ela se casou, seu irmão, Certo, e seu filho, Rótulo, afastaram de vez o pobre Errado da Sociedade, fazendo-o ir morar com a sobrinha Loucura. A Feiúra foi aceita de volta na família (graças ao ego da Beleza), mesmo contra a vontade do Padrão, e começou a se aproximar da Lógica, que continuou querendo entender todo mundo... Legal! Mas ainda ‘tá confuso... Homem, Sociedade, Razão, Lógica, Bom Senso, Rótulo, Padrão, Certo, Beleza, Feiúra, Errado, Loucura... Falta alguma coisa. ... Eu ainda não sei o que é ser louco! Ser louco, é ser obrigado, pelo Rótulo e pelo Padrão, a ser errado. Ser louco é fugir do padrão, é conhecer o outro lado da lógica, é ser discriminado pela sociedade, é não ligar para certo ou errado, feio ou belo, é não ter, absolutamente, nada no caminho entre você, sua liberdade e os seus sentimentos... Opa?!? Liberdade, sentimentos... Humm! Isso não ‘tava na história. O que é liberdade? O que são sentimentos? Bom, aí já é mais difícil de explicar... Liberdade... é uma montanha... muito alta... que a Sociedade e o Homem tentam escalar, levando consigo, ou melhor, com a ajuda do Rótulo, do Padrão, do Certo e do Bom Senso... E muitos através da Lógica. Sendo que, apesar de ter sido puxada p’ra baixo, a Loucura já esteve lá em cima uma vez... ‘Tá! E sentimentos?  Bom, sentimentos são forças que o Homem tem e que, de repente, podem fazê-lo embaralhar tudo e causar o maior rebuliço, fazendo-o sair da lógica, sem que a Sociedade seja convencida pelo Padrão, de que ele está louco. Dessas forças, a mais forte é o Amor, que a Sociedade está matando gradativamente, instigada pela Razão, porque ela (a força do amor) não pode ser entendida pela lógica e leva o homem p’ra bem perto da loucura... Existem outras forças? Sim, dos mais variados tipos. A felicidade, por exemplo, é totalmente utópica na sua forma mais plena (aliás, como quase todas as outras); a dúvida e a confusão, que fazem o Homem correr p’ra a Lógica ou cair na Loucura (a curiosidade tem o mesmo efeito); o ódio, que é o amor reprimido, ou assassinado, que toma a intenção oposta; o medo, que é gerado pelo excesso da Razão ou pela falta de outra força, a confiança. E mais uma série de outros sentimentos... Ahh! Então, ser louco é ter sentimentos! Quase. Ser louco é tê-los com a máxima plenitude; é não se esforçar para contê-los. Ser louco, é ser lógico, fora dos padrões; é sentir o certo (p’ra você) na hora errada (p’ra sociedade); é fazer o que quer, quando quer; é ser livre de tudo o que altere seu comportamento instintivo; é criar a sua lógica, a sua razão; é ter o seu próprio bom senso; é não rotular (por já ser rotulado); é estar além da compreensão de todos; é escrever e dizer um monte de “besteiras que não levam a nada”; é por p’ra fora o que lhe sufoca; é ser chamado de louco e dizer “Por quê?”; é tentar mudar costumes milenares da sociedade, utilizando um raciocínio que ela criou; é gozar da sanidade insana de não ter limites para a imaginação; é simplificar o mundo p’ros seus olhos; é não poder ser definido; é fugir da sua própria educação. ... Ser louco, não é! O que é ser louco, pô? Quem é louco? Por que se tem de ser isso p’ra ser louco? Quem disse que isso é loucura é um louco. Não sabe nada sobre loucura... Eu sou louco? Você é louca? Nós somos loucos? Por que a loucura existe? A loucura existe? Ser carente é ser louco? Se somos carentes, somos loucos? Somos carentes de loucura? Ou loucos de carência?! O que é ser louco? Por que se é louco? P’ra quê? Qual a vantagem? ... Loucura... louco... maluco... maluquice... Sociedade... louca? ... Se não, quem é? Se for, quem não é? Ihhh... Chega! Acho que eu ‘tô ficando doido...

A lógica de loucura vista, erradamente, com bom senso, pelo ponto vista certo dos padrões não rotulados pela sociedade.